|
|
Mário Zan:
"Não! Eu sou o Rei do Baião! O Rei da Sanfona é Mario Zan."
Acordeonista e Compositor, Italiano de nascimento, Mario João Zandomenighi nasceu em Roncade,
Vêneto no dia 09/10/1920 e faleceu na Capital Paulista no dia 08/11/2006.
Com apenas 4 anos de idade, Mário veio para o Brasil juntamente com seus pais, José
Zandomenighi e Ema Carmelo que, cansados que estavam de tantas guerras, queriam na
verdade uma vida melhor e mais digna para seus filhos. A família escolheu o Brasil e se
estabeleceu em Santa Adélia-SP, próximo a Catanduva-SP.
E, nas freqüentes festas interioranas ao longo do ano, o pequeno Mário não tirava o olho dos
sanfoneiros e ficava atento às Rancheiras, Polcas, Arrasta-pés, Valsas e outros ritmos
tradicionais no Interior Paulista. E, com apenas 6 anos, conseguiu que seu pai lhe presenteasse
com uma pequena sanfona, a qual aprendeu a tocar sem professor e durante várias horas por dia.
Com apenas 10 anos de idade, o "Moleque da Sanfona", como ficou conhecido, animou um baile
de casamento. E isso se deu no tempo, em que o sanfoneiro cantava sobre uma mesa para poder
espalhar melhor o som (já que não existiam amplificadores na época).
Algum tempo depois, seus pais se mudaram para São Paulo-SP, onde Mário acabou encontrando
um "outro mundo de possibilidades", entre as quais o Rádio e também a carreira de Solista.
Na mesma época, o mercado fonográfico começava a se dar conta de que as Festas Juninas também
eram lucrativas, mesmo comparadas às altas vendas que alcançavam no período que se estendia de
Dezembro até o Carnaval. Tal fenomeno musical fez com que o jovem Acordeonista apostasse na
Música de Festa Junina como parte principal de seu repertório.
Apenas para citar alguns exemplos, compositores como Lamartine Babo ("Chegou a Hora da Fogueira"
e "Isto é Lá com Santo Antônio") e Ary Barroso ("Sobe Meu Balão"), além de consagrados
intérpretes como Francisco Alves e Carmen Miranda, emplacaram vários sucessos e a maior parte
dessas marchinhas fazia parte dos shows de Mario Zan.
Em São Paulo, aos 14 anos, Mário Zan estudou Acordeon com Ângelo Reale e Teoria Musical com o
Maestro Tripicchioni. Isso sem deixar de animar os bailes e matinês na periferia da Capital e
cidades adjacentes; chegava a fazer até quatro apresentações por dia.
De bastante versatilidade, Mario Zan tocava até mesmo Tangos e Chorinhos. Apresentou-se pela
primeira vez no Rádio (a Educadora Paulista, atual Gazeta), no programa de calouros "Peneira
Roldini" e ganhou o primeiro lugar interpretando o célebre Chorinho "Tico-Tico no Fubá"
(Zequinha de Abreu), acompanhado do Regional de Zé da Pinta.
Foi então que Armando Bertoni, Diretor Artístico da Rádio Tupi, tendo ouvido e gostado da
performance do jovem acordeonista, deu ao menino meia hora para se apresentar na famosa Emissora
Associada. O primeiro emprego, por outro lado, Mário Zan só conseguiu na Rádio Bandeirantes,
que acabara de ser inaugurada.
E foi na Bandeirantes que Mário João Zandomenighi adotou o nome artístico de Mário Zan, sugerido
por Walter Foster que, achando que seria "um nome forte", considerava também a "dificuldade
para o público decorar o nome Zandomenighi"... E foi também na Bandeirantes que Mário Zan
ficou conhecido como "O sanfoneiro que brinca com a sanfona". A belíssima foto de Mário Zan à
esquerda é do Acervo do site
Nosso Encontro com Ubiratan Lustosa,
célebre radialista que faz parte da História do Rádio no Estado do Paraná.
Quero aqui "abrir um parêntesis" e passar a palavra ao
Ubiratan Lustosa,
para que ele nos fale um pouquinho sobre esse excelente Acordeonista quando ele esteve na Capital Paranaense em 1953:
"Em 1953 o Mário esteve em Curitiba para participar de um dos shows em comemoração ao Primeiro Centenário da Emancipação
Política do Estado do Paraná. Nessa época eu trabalhava na Rádio Marumby e, junto com meu colega Herrera Filho, organizamos
dois shows para o Governo. Fomos nós que trouxemos o Mário Zan. Ele havia lançado a música 'Quarto Centenário' (J. M.
Alves - Mário Zan), em homenagem a São Paulo (cuja festa seria no ano seguinte) (...) Aqui ele lançou a composição
'Primeiro Centenário' (Mário Zan), homenageando o nosso Estado (...) Terminado o espetáculo, Herrera e eu fizemos o
pagamento do cachê em 'dinheiro vivo' e, para surpresa nossa, após nos agradecer, ele separou 10% e nos deu de
presente. Foi o único dos contratados que teve esse gesto. Deixou uma bela impressão. Deus o tenha!"
O Dobrado "Primeiro Centenário" (Mário Zan) foi gravado no mesmo ano, no dia 28/10/1953, pela gravadora RCA VICTOR, no
Disco 78 RPM Nº 80.1240, sendo que, no Lado B do mesmo disco, Mário Zan gravou o Dobrado "Asas Do Jaú" (Octacílio Gomes -
Marcelo Tupinambá).
Quero aqui deixar o convite para que o Apreciador não deixe de visitar o excelente site
Nosso Encontro com Ubiratan Lustosa,
riquíssimo em informações e fotos históricas de diversos excelentes Compositores e Intérpretes de nossa Boa Música
Brasileira!
E, após um breve período na Rádio Nacional (atual Globo) de São Paulo-SP (onde Mário Zan acompanhou
inclusive a dupla
"
Palmeira
e
Piraci"),
o jovem Acordeonista juntou alguns trocados e foi se aventurar no Rio de Janeiro-RJ.
Na Cidade Maravilhosa, após algumas dificuldades que enfrentou, Mário Zan conheceu outro
excelente Sanfoneiro, o pernambucano Luiz Gonzaga, que não lhe poupou elogios quando ouviu seu
Acordeon. E foi com a ajuda do Rei do Baião que Mário Zan iniciou uma brilhante carreira na
então Capital Federal, tendo tocado no "Samba Dance", e também no Cassino Atlântico em
Copacabana.
Seguiram-se então apresentações no "Quitandinha" em Petrópolis-RJ, e também nas estâncias
hidrominerais de São Lourenço-MG, Caxambu-MG, Lambari-MG e Cambuquira-MG.
E, com o fim dos cassinos, decretado pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra, Mário Zan
voltou para a Paulicéia Desvairada, de onde partiu para algumas apresentações em cinemas do
Interior juntamente com
Nhô Pai,
Nhá Fia e o
Capitão Furtado.
E, nessas apresentações nos cinemas da Empresa Pedutti, Mário Zan percorreu o Triângulo Mineiro, e também o Interior dos Estados de Goiás e Mato Grosso
(que na época "ainda era um só", já que ainda não havia sido criado o Estado de Mato Grosso do Sul), onde atravessou rios e pastos em carros de boi e
pequenos caminhões de mudança e compôs algumas célebres páginas inspiradas na Região, tais como "Ciriema" (Mário Zan - Nhô Pai) e
"Chalana" (Mário Zan - Arlindo Pinto) (a Música cujo trecho o Apreciador ouve ao acessar essa página).
"Chalana", por sinal,
uma de suas primeiras composições, inicialmente instrumental, "...surgiu do sofrimento durante
a excursão, da saudade que sentia, sem notícias da família..." A inspiração aconteceu na
cidade de Corumbá-MS, da janela do Hotel São Bento, às margens do Rio Paraguai, onde Mário Zan
se hospedou na época. Mário Zan compôs "Chalana" vendo as águas do rio e os pequenos
barquinhos típicos passando... O célebre Acordeonista
também já voltou por lá para "matar saudades"... "... o hotel está velhinho... coitado..."
Por essa época tiveram início suas primeiras gravações na Continental e na RCA. Continuou
viajando, tornando-se cada vez mais conhecido como excelente solista de Acordeon por todo
o Brasil. Mário Zan garante também que foi o primeiro artista a se apresentar no Território
de Roraima. E nas viagens, vendia, sorteava e presenteava seus discos nos diversos shows
que fazia.
Em 1954, a Cidade de São Paulo comemorou seus 400 anos de fundação e foi nesse ano que Mário Zan
gravou seu famoso dobrado "Quarto Centenário" (Mário Zan - J. M. Alves) que se tornou Hino da
Capital Paulista. E a vendagem de um milhão de cópias em poucos meses foi sem dúvida um marco
na discografia nacional.
Mário Zan também se dedicou à pesquisa de ritmos e lançou em 1956 juntamente com
Nonô Basílio
a "Tupiana", que é "uma espécie de Guarânia, com influência da música dos índios
Tupi-Guaranis, em compasso 3 x 4, com batidas ritmadas marcadas pelo tambor", de acordo
com a jornalista e
pesquisadora Rosa Nepomuceno em seu excelente livro Música Caipira - Da Roça Ao Rodeio.
Face à "invasão" dos rítmos paraguaios em nossa Música, principalmente na Região do Mato Grosso
do Sul, Mário Zan e
Nonô Basílio
resolveram criar o novo ritmo de resistência dentro da Música Brasileira.
Curiosamente o próprio Mário Zan havia sido antes um dos principais expoentes da introdução
de tais elementos vindos "de fora" em nossa Música Brasileira, como por exemplo, a célebre
"Chalana" (Mário Zan - Arlindo Pinto) que é uma Guarânia e foi composta às margens do
Rio Paraguai, na cidade de Corumbá-MS.
A primeira Tupiana foi "Alvorada Tupi" gravada na RCA Victor pelo
Duo Irmãs Celeste.
O Duo Irmãs Celeste e também os próprios autores chegaram a gravar outras "Tupianas". Tal
ritmo, no entanto, não atingiu o grande público e não foi grande sucesso de vendas. De acordo
com Mário Zan, a Tupiana
"... não pegou, não teve divulgação. Naquele tempo não existia mídia, hoje qualquer bobagam
que você fala tem repercussão."
Mário Zan também participou dos filmes "Tristeza do Jeca" (de Mílton Amaral),
"Casinha Pequenina" (de Glauco Mirko Laurelli) e "Da Terra Nasce o Ódio" (de Antoninho
Hossri).
Em 1958, iniciou-se o enorme sucesso do famosíssimo Rasqueado "Nova Flor" (Palmeira - Mário Zan),
conhecido também como "Os Homens Não Devem Chorar", que conheceu versões em Castelhano ("Los
Hombres No Deben Llorar" - versão de Pepe Ávila) e em Inglês ("Love Me Like A Stranger" versão
de Arthur Hamilton), tendo tido inúmeras regravações no mundo inteiro, além do Brasil.
Calcula-se que Mário Zan tenha tido aproximadamente 1.000 músicas gravadas em mais de 300 discos
78 RPM e mais de 60 LPs; e cerca de 36 músicas suas também foram gravadas por diversos cantores
de outros países.
Clique aqui
e ouça "Cãozinho Sem Dono" (Mário Zan - Nhô Pai) interpretada por Mário Zan, Celia e Celma, num Arquivo Musical
pertencente ao
Site Oficial de Celia & Celma,
o qual convido o Apreciador a visitar e conhecer não apenas o excelente Trabalho Musical das Irmãs Gêmeas de Ubá-MG,
como também o Conhecimento que elas possuem na Culinária Mineira.
Esse maravilhoso Músico octogenário era uma pessoa bastante simpática e bem-humorada. E,
como "O Sol nasce para todos" Mário Zan também tinha um ótimo relacionamento com colegas
Sanfoneiros ilustres tais como Dominguinhos e Sivuca, a exemplo da amizade que também mantinha
com o saudoso Rei do Baião Luiz Gonzaga, num espírito de amizade e camaradagem.
Sua popularidade como "o maior solista de festas juninas de todos os tempos" foi inclusive
reverenciada pelo saudoso Luiz Gonzaga. Além de suas diversas composições do gênero, Mário Zan
também lançou em disco uma série de marcações para Quadrilhas.
Antes de começar a tocar, conversava com os ouvintes que participavam da famosa dança de origem
francesa (e que também foi musicada por
Villa-Lobos).
Os pares se organizavam por sexo e lugar
e o Sanfoneiro passava a tocar, coordenando ao mesmo tempo a apresentação.
Um de seus maiores sucessos no gênero é sem dúvida "Festa na Roça" (Palmeira - Mário Zan). Enfim,
onde tem São João, a música e a Sanfona de Mario Zan estão presentes de uma forma ou de outra.
Mesmo assim, o excelente solista dispensava o título de "Rei da Quadrilha", achando que
"... não pega bem, parece coisa de mafioso..."
Também, segundo Mário Zan, a Música solada ou instrumental, "sem letra", permite ao ouvinte
"fazer outras coisas enquanto a ouve". Já a Música cantada, com letra, exige atenção. Ainda
sobre a Música cantada, Mário Zan nos falava sobre as "letras com duplo sentido", muito
comuns nos Forrós mais recentes: "Gonzagão foi o Rei de tudo isso cantando Músicas
bonitas, sem apelação de sexo (...) Baião tem de ser alegre, não ofensivo (...) Acho que
todos deveriam seguir a escola de Gonzaga e usar a Música para falar das histórias,
dos romances e da Cultura do Nordeste."
Famoso também fora do Brasil, Mário Zan possui seu nome e foto expostos no Museu de Artes de
Frankfurt, na Alemanha, ao lado de grandes instrumentistas de todos os tempos, considerado no
referido museu como o "acordeonista mais sentimental de todos os tempos".
E, na Capital Mexicana, já recebeu diversas homenagens devido
ao sucesso de suas músicas naquele país. ("Los Hombres No Deben Llorar" que o diga...).
Mário Zan também foi empresário do
Duo Irmãs Celeste,
a famosa dupla formada por Diva Araújo e Geisa Araújo, ambas de Sacramento-MG. O Acordeonista
também foi o esposo de Geisa que passou a seguir carreira solo, tendo se apresentado inclusive
na Alemanha. Mais tarde, porém, o casal se separou e Geísa acabou abandonando a carreira
artística. Diva, por outro lado, permaneceu na carreira tendo sido contratada pela Rádio
São Paulo, onde se apresentou como cantora e atriz de rádio. Ver à direita a capa da
Revista Sertaneja - Ano II - Nº 13 – Abril/1959 com Mário Zan e o Duo Irmãs Celeste.
Mário Zan "passou para o Andar de Cima" às 20:00 do dia 08/11/2006, no Hospital
Central Sorocabana em São Paulo-SP, vítima de insuficiência respiratória, menos de um mês
após ter completado 86 anos de vida.
O corpo de Mário Zan foi velado na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo e
sepultado no dia 09/11/2006 às 15h30 no Cemitério da Consolação na Capital Paulista,
ao lado do jazigo da Marquesa de Santos, conforme seu desejo.
Poucos anos antes de falecer, "longe dos holofotes", Mario Zan continuava a animar centenas
(se não milhares... ) de festas juninas, com inúmeros CDs que ainda vendia e, com energia
jovial, sentia-se recompensado e feliz quando tocava para fazer o povo dançar. "Toco o que o
povo quer", repetia ele com entusiasmo! E, na foto à esquerda, Mário Zan no topo do edifício
onde residia, no Centro da Paulicéia Desvairada.
Clique aqui e conheça um excelente artigo dedicado ao "Mario Zan, o Soberano da Canção
Popular na Sanfona" do dia 21/06/2002, riquíssimo em informações!
Algumas composições de Mário Zan:
Anchieta (Mário Zan - Messias Garcia)
Arroz a Carreteiro (Palmeira - Mário Zan - José Paniguel)
Assanhadinha (Mário Zan - Ângelo Reale)
Bicho Carpinteiro (Mário Zan - A. Reale - Ângelo Russo)
Boiadeiro Triste (Palmeira - Mário Zan)
Caipirinha (Mário Zan - Altamiro Carrilho)
Calango Nordestino (Mário Zan)
Canta Canta Pantaneira (Mário Zan - Dino Franco)
Cantando (Mário Zan - Arlindo Pinto)
Cãozinho Sem Dono (Mário Zan - Nhô Pai)
Capricho Cigano (Mário Zan - Messias Da Silva - Messias Garcia)
Chalana (Mário Zan - Arlindo Pinto)
Cidades de Mato Grosso (Mário Zan - Arlindo Pinto)
Ciriema (Mário Zan - Nhô Pai)
Curimbatá (Palmeira - Mário Zan)
Desilusão (Mário Zan - Orlando Barros)
Elétrico (Mário Zan)
Essa É Boa (Mário Zan)
Estou Na Minha (Mário Zan)
Festa Na Roça (Mário Zan - Palmeira)
Festa Pantaneira (Mário Zan - Dino Franco)
Festa Paraguaia (Mário Zan - Dino Franco)
Festa Sertaneja (Mário Zan)
Gostosinho (Mário Zan - Maria Luíza)
Iracema (Mário Zan - Nhô Pai)
Lembrando Gardel (Mário Zan - Cláudio de Barros)
Limpa Banco (Mário Zan)
Linda Moreninha (Mário Zan)
Meu Primeiro Beijo (Mário Zan - Cláudio de Barros)
Namorados (Mário Zan)
Nossa Amizade (Mário Zan - Ângelo Reali)
Nova Flor (Os Homens Não Devem Chorar) (Mário Zan - Palmeira)
O Pulo Do Gato (Mário Zan - Mariângela Zan)
Orgulhoso (Nhô Pai - Mário Zan)
Primeiro Centenário (Mário Zan)
Quarto Centenário (J. M. Alves - Mário Zan)
Rabo De Galo (Mário Zan)
Recordações (Mário Zan - Palmeira)
Que Lucro Dá? (Geraldo Costa - Mário Zan)
Sanfoneiro Folgado (Mário Zan - Motinha)
São Paulo 450 Anos (Mário Zan - André Dias - Meire Parce)
Segue Teu Caminho (Mário Zan - Arlindo Pinto)
Sem Descanso (Mário Zan - Angelo Reale)
Serelepe (Mário Zan)
Silvino Rodrigues (Mário Zan)
Só Para Você (Mário Zan - Messias Garcia)
Trem De Ferro (Mário Zan)
Vaidade (Mário Zan)
Vai De Roda (Teddy Vieira - Mário Zan - Palmeira)
Vai Que É Mole (Mário Zan)
Você No Meu Pensamento (Mário Zan - Lúcio Cardina)
Obs.: As informações contidas no texto dessa página são originárias principalmente dos Livros de Rosa Nepomuceno: "Música Caipira - Da Roça Ao Rodeio"; de
Walter de Sousa: "Moda Inviolada"; de José Hamilton Ribeiro: "Música Caipira - As 270 Maiores Modas De Todos Os Tempos" e de Ayrton Mugnaini Jr.:
"Enciclopédia das Músicas Sertanejas", além da
Revista Viola Caipira
(editada pelo Pinho em Belo Horizonte-MG) e também dos Sites de:
Paulo Moura Castro,
Mario Zan, o Soberano da Canção Popular na Sanfona,
Raiz Caipira,
Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira,
IMMUB - Instituto Memória Musical Brasileira,
Fundação Joaquim Nabuco e
Instituto Moreira Salles.
Ver também mais detalhes e links na página
Para saber mais...
onde constam as
Referências Bibliográficas
sem as quais a elaboração desse site teria sido impossível.
Essa viagem pela Música Caipira não pára por aqui:
Clique aqui
e pegue o trem, que ele agora irá para São Manuel-SP e Pratânia-SP! Conheça um pouquinho de
uma das mais importantes duplas da História da Música Caipira Raiz: a Dupla Coração do Brasil,
Tonico e Tinoco.
Ou então, se você preferir outro compositor ou intérprete,
clique aqui
e "pegue outro trem para outra estação", na
Página-Índice dos Compositores e Intérpretes.
|